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Cookies Para Que Te Quero?

Jun 28, 2020
2 min read

Updated: Jun 29, 2020

CyberNoob on! Ora, é de mim ou o tempo passa a correr? Parece que ainda ontem falámos...mas na verdade já lá vai uma semaninha. Penso que não será necessário dizer o que vim cá fazer, ou será? Vá não precisam de pedir eu digo...esta semana temos um tema giríssimo e que vale a pena: Cookies!

"Ai que bom, hoje vamos ter uma receita de culinária!" Pronto, é aqui que eu digo: Amalucaram de vez! - mas achavam mesmo que sim? Vamos lá voltar ao tema, a sério. Cookies... pois é, aquela coisa que toda a gente fala mal, mas na verdade não sabe bem o que é. Ora digam-me lá o que são Cookies? Ah e não me venham dizer que são anúncios, que dá-me já uma coisinha má!

Vamos lá aprender qualquer coisa, espero eu... então é assim, Cookies são ficheiros (que nós não vemos) que ajudam a melhorar a experiência de utilização nos sites. Estes podem ser: a ver animações, vídeos ou até aceder a certas áreas do site e perceber se a experiência corre sem problemas.

Mas...também há "Cookies más" aquelas que fazem rastreio de onde estamos, do que pesquisamos, para nos dar a famosa publicidade.

Pronto admito há "Cookies más", quem nunca visitou um site de viagens e estranhamente cada vez que voltam lá a viagem está mais cara? Ou até passaram a ver anúncios de algo que pesquisaram? Coincidências?! Continuo a dizer que no mundo da internet isso não existe ou pelo menos assim creio eu.

Daí, cada vez que alguém pesquisa viagens, normalmente há uma voz amiga que nos diz: "pesquisa em modo incógnito"

Para quem ainda não percebeu o porquê deste tema estar enquadrado na área da Cibersegurança, aqui está: rastreamento e conhecimento sobre aquilo que pesquisamos.

É tanta privacidade e segurança junta que nem sei.

Quem nunca entrou num site e levou logo com uma janelinha querida a dizer "Aceitar Cookies"?...chaaaataaaaa como tudo. E quantos de vocês aceitam e "tá andar de carrinho"?

Sabiam que, por defeito "Cookies más" têm que estar desligadas? Pois é, é de lei e muitos sites não o têm, temos nós que andar a desselecionar cada uma das Cookies. As únicas que podem vir ligadas são as necessárias para fazer o site trabalhar correctamente.

Eu percebo que é chato entrar e fazer a selecção, mas há males que vêm por bem, não é?! O que também podem sempre fazer, caso tenham paciência, é fazer uma queixa aos senhores do site, pode ser que vos ouçam ou não...mas tentar não custa.

Ah e já me esquecia cuidado com aquelas opções que às vezes dizem "Aceitar e gravar", é que o termo parece que é aceitar a nossa escolha, gravar e seguir mas na verdade é aceitar TUDO.

E, pronto, desta vez não chateio mais. Posso só, para variar um pouco, pedir a opinião aos nossos experts da área, só numa de saber o que acham e se há algo mais que, nós comuns mortais, devamos saber. Até à próxima, CyberNoob a desligar Cookies e a activar sleep mode...por agora.




 
 
 

77 Comments


b9tmvb40sr5k8j9
8 hours ago

The subject of connecting historical names with local education feels more interesting when there is room for a reader to stop and ask their own questions. A school's name can provide a route into discussing a wider historical period. Seen this way, Jagiellonian history education becomes a topic to explore rather than something to sum up too quickly. I am still thinking through the details, and a small example would help me picture how this works in practice. How can students explore a historical figure without reducing the lesson to a list of dates?

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Thinking about making health information easier to understand, I find the smaller practical questions more interesting than a quick conclusion. Plain language can help readers recognise what a health explanation does and does not establish. I would keep that thought nearby when looking for ideas about health information literacy. The part I would like to explore further is what happens when the idea meets a real situation with its own limitations. What makes a health information page understandable to someone without specialist knowledge?

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b9tmv6or7ijf8na
3 days ago

The topic of learning from subject specialists gives me a few things to think about, especially when the discussion moves beyond general advice. A specialist's example can show how a broad principle applies to a particular problem. That is the kind of detail I would keep in mind while exploring expert learning guidance. The part I would like to explore further is what happens when the idea meets a real situation with its own limitations. What makes an expert explanation useful to someone with little background knowledge?

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b9tmv69hqco5gc0
4 days ago

What draws my attention to building connections through Grabow community projects is the possibility of making an unfamiliar subject feel closer to everyday life. A shared project can bring together people who know different parts of a town's story. It gives me a more concrete starting point for thinking about Grabow community learning. I do not have a settled view yet, but this seems like a good place to slow down and look more closely. How can students make a community project useful beyond the classroom?

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I find introducing young readers to Baczynski's poetry easier to think about when there is a concrete question to start from. A single image in a poem can open a discussion about memory and personal experience. I would use that point as a starting question when considering Baczynski poetry education. A short discussion of an everyday example would make this easier for me to connect with, especially as someone still learning about the subject. Which classroom activities help students respond to poetry in their own words?

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