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Dispositivos Perigosos

Aug 30, 2020
2 min read

Updated: Aug 31, 2020

CyberNoob On!

Olá comunidade cibernética! Voltamos uma vez mais para falar de assuntos sérios. Vamos então?! Desta vez, decidi trazer um assunto sobre o qual não pensamos e ao qual estamos muitos expostos. Por isso, o tema semanal é: Dispositivos USB.

Quantos de nós usamos algo que se conecta por USB? Quantos fizeram as compras desses dispositivos muitas vezes online? Quantos tiveram essas dispositivos oferecidos?

Pois, e se eu vos disser que dentro desses dispositivos podem existir códigos maliciosos, que podem infectar os nossos computadores! Mas vamos lá perceber como tudo se processa e até que tipo de código malicioso pode ser introduzido nos nossos portáteis.

Este tipo de ataque, apesar de muito conhecido entre os profissionais da área, só se tornou mais mediático com o vírus Stuxnet. O Stuxnet atacou fábricas nucleares Iranianas em 2010 e fez com que o seu programa nuclear tivesse problemas, tudo graças a uma pen de armazenamento USB.

A maneira de ficarmos com estes dispositivos USB "contaminados" é muito fácil, basta somente conectar o dispositivo a um portátil desconhecido ou até ligarmo-nos à internet. Hoje em dia, estamos muito habituados a ter uma necessidade básica chamada "internet" e ligamo-nos a qualquer sítio. Contudo, existem sítios que estão desprotegidos e não têm qualquer segurança, como por exemplo aeroportos, shoppings, entre outros. Assim que nos ligamos a estas redes e conectamos o dispositivo, este fica infectado com um código, que não é visível. O código, assim que ligamos a um computador é activado e em alguns casos basta termos internet para pode ser activado remotamente pelos hackers.

Relativamente ao tipo de código malicioso é praticamente sempre malware. Existem é diferentes tipos de malware (parece que já arranjámos o tema da próxima semana). Pode ser um malware em que ficamos sem acesso ao computador, que grava o que escrevemos ou até que activa funções no computador.

Agora, o mais importante é como podemos protegermo-nos deste tipo de "problema". No âmbito profissional, a maneira de controlar é feita bloqueando a ligação destes dispositivos ao computador. No âmbito pessoal, é mais complicado estarmos protegidos, pois este tipo de aparelhos são, muitos deles, essenciais ao nosso dia a dia. Sejam estes aparelhos de armazenamento, ratos ou até teclados. A melhor maneira de proteger é o nosso clássico anti-vírus que, ao conectarmos o aparelho faz, uma verificação do mesmo. Contudo, nada como o nosso conhecimento para nos protegermos do que existe por aí, essa sim é a nossa maior arma.

E para não variar, não encerramos o tema, sem saber o que acham os nossos profissionais e quais as dicas que

têm a dar.

Até à próxima semana!

CyberNoob a conectar USBs e a activar sleep mode... por agora.


P.S.: Esta semana, deixo-vos um miminho sobre o tema criado pelo CNCS (Centro Nacional de Cibersegurança).

 
 
 

182 Comments


b9tmvih1g55j6g4
2 days ago

The theme of making printed information clearer makes me curious about what people notice in their own everyday experiences. Readable spacing and a clear hierarchy can change how easily someone finds a detail on a page. For Mailandbros, I would use practical print design as a starting point for a closer discussion of the subject. That is the part I would keep thinking about after moving on to something else. What would you check on a printed draft before producing more copies?

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b9tmvig60lpkg5s
2 days ago

When it comes to keeping personal care simple and thoughtful, one clear example can stay with me longer than a long list of general points. A small consistent habit can be easier to assess than several unfamiliar changes introduced together. That thought gives me a starting point for exploring personal care ideas in connection with Mafelicita. I would rather explore one useful example carefully than pretend that the whole subject is already clear. What would help someone decide which parts of a personal-care routine are useful to them?

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b9tmvigaz8awn0g
2 days ago

I find building a personal connection with words easier to approach when there is a familiar situation to start from. A single remembered detail can give a short piece of writing a clearer sense of place. With Leandevie in mind, reading and creative writing feels like a topic worth exploring one question at a time. A simple comparison would help me picture the differences without rushing towards a fixed answer. What would you keep when shortening a story without losing its atmosphere?

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b9tmvi9gqrdyfv2
2 days ago

Considering exploring the connections behind everyday food, I would want to understand a few concrete details before deciding what matters most. Knowing a little about how food reaches a table can make an ordinary meal more interesting. That thought gives me a starting point for exploring thoughtful food choices in connection with Italiabio. I would be interested in an example that shows how the idea works in an ordinary situation. Which questions would you ask when learning about an unfamiliar ingredient or producer?

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b9tmvi7pnixai4g
2 days ago

There is something appealing about learning through hands-on creative projects, especially when the focus stays on the details people might otherwise overlook. Handling a material directly can suggest ideas that are hard to discover from a picture alone. The name Globosgladys gives this theme a memorable reference point, while creative craft projects keeps the subject in focus. I would rather explore one useful example carefully than pretend that the whole subject is already clear. What small experiment would you try before planning a finished piece?

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